Resumo de sua vida 2

PICASSO (1881-1973)


A frase é de Pablo Picasso: “Deus é, sobretudo, um artista. Ele inventou a girafa, o elefante, a formiga. Na verdade, Ele nunca procurou seguir um estilo – simplesmente foi fazendo tudo aquilo que tinha vontade de fazer”.
Nasce em 25/10/1881, Málaga (Espanha), e morre em Mougins (França), em 08/04/1973, com 91 anos de idade. Pintor, desenhista, escultor, ceramista e escritor, adquire a notoriedade por volta de 1920.
“Les demoiselles d’Avignon” (As senhoritas de Avinhão) é um dos mais famosos quadros do pintor espanhol Pablo Picasso. Pintado em 1907, óleo sobre tela, este quadro encontra-se exposto no MoMA – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (www.moma.org), nos Estados Unidos. É um quadro pré-cubista, que evidência o impacto da arte africana.
Na época em que pintou, Picasso tinha completa noção que este era o quadro mais importante que havia pintado até então. Para a obra definitiva Picasso passou meses a fazer esboços e, durante o trabalho, fez inúmeras modificações. Quando concluiu a obra, havia concebido a maior tela que alguma vez pintou. Nota: veja Avignon.
Esta obra representa, para além de uma obra-prima do cubismo mundial, a violação de todas as tradições e convenções visuais naturalistas ocidentais, ao apresentar cinco aleivosas (prostitutas), representadas de forma cubista, como se nota na mulher nua sentada à direita, vista simultaneamente de frente e de costas. Os rostos das personagens refletem o início do Período Negro, na obra de Picasso, assemelhando-se a máscaras e esculturas africanas. A estética geométrica e visual delimitou contornos quanto ao futuro do cubismo.
Abaixo, “La vie” (A vida) é uma pintura de Picasso concebida em 1903. O óleo sobre tela está no Museu de Arte de Cleveland – Estados Unidos. A obra é considerada parte do Período Azul. O homem retratado na pintura trata-se de Carlos Casagemas, amigo do artista, que suicidou-se em 1901. Sua morte é retratada em diversas obras do artista, como em “La mort de Casagemas” (A morte de Casagemas) de 1901 – oléo sobre madeira que está no Museu Picasso, em Paris.
“Nu sentado” é uma das pinturas de Pablo Picasso que marca o fim da Fase Azul que durou quase três anos e o início da Fase Rosa que durou de 1905 até 1906. A menos rígida, maior agilidade nas linhas e sutis deformações, nova beleza, terna e delicada, caracterizavam os quadros dessa época, onde o volume corpóreo das figuras ganha maior importância. Em “Nu sentado”, o olhar do modelo continua tristonho (marca da Fase Azul) enquanto o corpo já flutua num suave campo alaranjado...
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Em 1917, realiza o cenário de Mamelles de Tirésias, de Apollinaire. Participa ativamente do surrealismo entre 1924 e 1937.
Após a Ocupação, quando adere ao Partido Comunista Francês e ao Mouvement de la Paix, o seu afastamento do surrealismo evidencia-se totalmente, embora não seja nunca radicalmente excluído e nem mesmo severamente criticado como Ernst, Dalí ou De Chirico.
Jovem
1881-1897
Paris
1898-1904
Período Azul
1901-1904
Período Rosa
1905-1906




Classicismo
1916-1925
Surrealismo
1925-1934

Barbarismo
1937-1946
Pós Guerra
1946-1954
Cubismo
1906-1915
Late Works
1954-1973



“Autorretrato” (Autoportrait), Estados Unidos (1906)
Selos de Mônaco (acima) e da República Tcheca (abaixo), ambos emitidos em 1981, para comemorar o Centenário de Nascimento de Picasso. Os selos mostram as duas obras “Autorretrato”, a primeira de 1906 (Estados Unidos) e a segunda de 1907, respectivamente.
Nota: “Autorretrato” é uma pintura do espanhol Pablo Picasso concebida no ano de 1899. O carvão sobre tela, encontra-se, atualmente, no Museu Picasso, em Paris...
“Autorretrato” (1907)
“Paulo vestido como arlequim”
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“Nu de Dos” (Blue Nude), Pablo Picasso
Tipo: Wall Pôster de 16x20 polegadas.
“Mulher chorando”, Londres
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“Guernica” (1937)
“Guernica” é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris. Foi exposto no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica (vila basca no norte da Espanha) em 26/04/1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
A pintura foi feita sem uso de cores, em preto e branco – algo que demonstrava o sentimento de repúdio do artista ao bombardeio da pequena cidadezinha espanhola. Claramente em estilo cubista, Picasso retrata pessoas, animais e edifícios destruídos pelo intenso bombardeio da força aérea alemã (Luftwaffe), já sob o controle de Hitler, aliado de Francisco Franco. Morando em Paris, o artista soube dos fatos desumanos e brutais através dos jornais – e daí supõe-se tenha saído a inspiração para a retratação monocromática do fato.
Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos, através de um enquadramento triangular das mesmas. O posicionamento diagonal da cabeça feminina, olhando para a esquerda, remete o observador a dirigir também seu olhar da direita para a esquerda, até o lampião trazido ainda aceso sobre um braço decepado e, finalmente, à representação de uma bomba explodindo.
Nota: Esta obra foi exposta na 2ª Bienal de São Paulo (1953).
Emissões da República Tcheca (acima Scott: 1409 e abaixo Scott: 2374).
Selo aéreo de Camarões emitido em 1981 (Scott: C295).
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Muitos, muitos países utilizam pinturas de Picasso como elemento central no design de seus selos... Um deles é da Rússia (Yvert: 4002, Michel: 4199): “A la memoire de Pablo Picasso”...
Abaixo, mini-folhinha emitida em 01/05/2001, pela República de Guiné-Bissau que retrata várias obras de Picasso...

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